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1.2.12

pequenas felicidades

Já prestou atenção no céu hoje? 
Já sorriu para alguém? 
Já percebeu uma nova flor no seu caminho?

separe 10 minutinhos do seu dia, se acalme e assista a esse vídeo
vai lhe fazer bem, tenho certeza!



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30.1.12

sacolas plásticas de supermercado




DESABAFO

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. 
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. 
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época? (Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 40 anos de idade).

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27.1.12

assim funciona nosso cérebro


LEFT BRAIN- I am the left brain
I am a scientist. A mathematician. 
I love the familiar, I categorize. I am accurate. Linear. 
Analytical. Strategic. I am practical.
Always in control. A master of words and lenguage. 
Realistic. I calculate ecuations and play with numbers. 
I am order. I am logic.
I know exactly who I am.


RIGHT BRAIN- I am the right brain. 
I am creativity, a free spirit. I am passion. 
Yearning . Sensuality. I am the sound of the roaring laughter . 
I am taste. The feeling of sand beneath bare feet.
I am movement. Vivid colors,
I am the urge to paint on an empty canvas,
I am boundless imagination. Art. Poetry. I sense. I feel.
I am everything I wanted to be


CÉREBRO ESQUERDO -  sou o lado esquerdo do cérebro
Eu sou um cientista. Um matemático.
Eu amo o familiar, e categorizar. Eu sou preciso. Linear.
Analítico. Estratégico. Eu sou prático.
Sempre no controle. Um mestre das palavras e linguagem.
Realista. Eu calculo equações e gosto de brincar com números.
. Sou lógica.
Eu sei exatamente quem eu sou.

CÉREBRO DIREITO- sou o  lado direito do cérebro.
Eu sou a criatividade, um espírito livre. Eu sou paixão.
Anseio. Sensualidade. Eu sou o som das gargalhadas.
. A sensação de areia debaixo dos pés descalços.
Sou movimento. Cores vivas.
Eu sou o desejo de pintar sobre uma tela vazia,
Eu sou a imaginação sem limites. 
Arte. Poesia. Eu sinto. Eu sinto.
Eu sou tudo o que eu queria ser.

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21.1.12

não, este blog não está abandonado!

O Juju completa 6 anos agora em março, foi com ele que aprendi os primeiros passos da blogosfera. Quando comecei nem tinha ideia do que poderia fazer com um blog, fiz mais para relatar fatos e acontecimentos da minha vida, escrever algumas reflexões, postar minhas fotos, depois de um tempo fui ficando animada com esse meio de comunicação e resolvi criar outro blog, e mais um, e outro ainda, pois os assuntos que me interessam são tão variados que achei que deveria dividir, até que criei O Móvel, meu blog mais visitado atualmente, dirigido para a área de design e decoração. Quando mudei para Salvador comecei o Juju na Bahia para contar da nossa vida por aqui. Acabou que não tenho feito muitos posts aqui, mas ele não está abandonado não! São 574 post publicados até agora, muita coisa registrada e guardada nele!
O post mais visitado é Bolinho Caipira de Jacareí, com a receita da minha avó Nicota, tem muita gente interessada na receita desse quitute típico da região do Vale do Paraíba.
O segundo mais visto é São Paulo, bela cidade, com fotos de fiz nesse lugar que gosto tanto, apesar de toda a complicação de viver lá, é uma cidade apaixonante, com tanto para apreciar, é só olhar para ver!
Tem vários post com fotos que fiz de São Paulo: "sexta à tarde no centro da cidade", "no coração de São Paulo", "São, São Paulo, meu amor", "turista acidental", "São Paulo, 455 anos", "São Paulo (quiz)", "a semana que passou...", "São Paulo no outono", "no Brás", "passeando por São Paulo" sem contar tantos outros que mostro São Paulo com o meu olhar. Há exatos 3 anos estava com minha filha, genro, minha mãe e meu caçula passeando por Sampa, a minha netinha também, na barriga, foi um passeio turístico para mostrar o centro para o genro alemão, aqui.
Durante esses anos do blog eu morei no Arraial d'Ajuda no sul da Bahia, em Aracajú, em Campinas e em São Paulo antes de vir para Salvador, tem um pouco de cada lugar aqui. Por todas essas histórias registradas, jamais vou abandonar o blog, ele é um tesouro!
Em 23 de março de 2006 o primeiro post "Eu".

foto de 2006 em viagem de Aracajú para Salvador

Tem muita estrada ainda para esse blog!

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23.12.11

Compras de Natal



A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades. Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu.
As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro: enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e excelência.
Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.
Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem cruzeiros, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.
Grandes e pequenos, parentes e amigos são todos de gosto bizarro e extremamente suscetíveis. Também eles conhecem todas as lojas e seus preços — e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o incognoscível, o transcendente. Não devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça destes presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar uma boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que — especialmente neste verão — teremos de conquistar o pão de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.
Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam
suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete), e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes!
São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável — apenas o Meninozinho nas suas palhas, a olhar para este mundo.



Cecília Meireles 
do livro "
Quatro Vozes"

22.12.11

Papai Noel mudou?

Sim, Papai Noel mudou e em cada parte do mundo era de um jeito, agora ele é padronizado. Para quem não sabe ainda, a lenda do bom velhinho que trás presentes às crianças bem comportadas é bem antiga, vem lá do século IV. Nicolau foi um bispo que banido da igreja continuou seu trabalho de educar crianças, ele é protetor dos estudantes e patrono de vários países. Sua imagem ficou relacionada ao Natal porque seu dia é 6 de dezembro (dia do seu falecimento), e como ele costumava distribuir presentes às crianças pobres acabou virando um simbolo dessa época do ano.

note na imagem que as crianças estão numa biblioteca
os presentes são dados às crianças que estudam

com o tempo a roupa de São Nicolau foi mudando, 
afinal ele precisava caminhar na neve carregando um saco de presentes!

no começo do século XX era assim a propaganda do refrigerante
como era pouco consumido em dezembro, por ser inverno
a Coca-cola fez uma campanha usando a figura de São Nicolau
só que mudou um pouco a sua roupa e o vestiu de vermelho, a cor da marca

a primeira campanha publicitária foi em 1931, fez enorme sucesso
 a partir de então o nosso Papai Noel atual é um velhinho, gordinho de longas barbas
chega com o saco nas costas rindo muito HO HO HO HO!!

mas a tradição continua, na sua essência o Papai Noel não mudou!
as crianças devem escrever uma carta à ele
dizendo que se comportaram para ganhar um presente,
a cartinha não é para pedir o presente!!!

Papai Noel pelo mundo, assim que o chamam:

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Foram se juntando histórias de Natal de vários lugares e acabou que Papai Noel mora na Lapônia, viaja de trenó voando pelos céus com suas renas e tem uma fábrica de brinquedos com elfos.






Papai Noel nunca esquece... campanha da Coca-cola em 2010
clique o play e se emocione..






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29.11.11

Natal quando eu era criança




Acreditava em Papai Noel porque todos os anos a familia se reunia, fazia muito barulho, tinha musica, comidas perfumadas na cozinha da minha avó e depois de ansiosa espera chegava aquele enorme personagem vermelho com um saco cheio de brinquedos para toda a criançada.

A casa da minha avó era no Brás - dos bons tempos - e todas as noites viamos Papai Noel no seu trenó lá no alto do céu - ficava no alto do Edificio Pirani na avenida Celso Garcia - e parecia que vinha em nossa direção com o seu ho!... ho!... ho!...

Nas noites antes do Natal passeávamos de carro pelo centro da cidade e a avenida Sâo João tinha todas as árvores com luzes coloridas, era um sonho olhar a avenida... um caminho iluminado.
E Papai Noel vinha mesmo, não faltava!

Tempos de inocência infantil e de uma São Paulo linda...

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28.11.11

a felicidade mora em sua casa


A felicidade é, de acordo com os grandes filósofos do passado, o objetivo de todo ser humano. Nascemos para ser felizes, mas muitas vezes confundimos a felicidade, que é um estado de ser, com a euforia, que é apenas uma emoção passageira. E ao tentarmos ser sempre eufóricos, nos desiludimos achando que quem é feliz não possui problemas. Abandonemos esta ideia quase infantil e aceitemos a vida como ela se apresenta para nós e já estamos no caminho certo da felicidade.

E onde mora a felicidade? Em muitos lugares, e um deles é a sua casa. A casa, além de um objeto funcional, que nos dá abrigo e nos protege das intempéries da natureza, também é um símbolo muito poderoso. Ela simboliza o útero no qual fomos gerados e tivemos bons momentos de plenitude e felicidade. Simboliza a segurança que nossos pais nos deram quando criança, a referencia de nossa individualidade, o ponto para o qual sempre retornamos. Quando estamos a muitos dias viajando e voltamos para casa temos uma sensação de reencontro, não é mesmo? A casa simboliza a família, a união.

Existe um jeito de fazer a casa ser uma morada mais acolhedora da felicidade? Sim, existe uma ciência chamada Geobiologia e que seu objetivo é fazer com que todos os elementos de uma casa, ou escritório, estejam equilibrados e otimizados para fazer com que as pessoas se sintam as mais saudáveis e felizes possíveis em seu interior. E saúde é um componente importante da felicidade, não é?

E aqui vão quatro dicas da Geobiologia que você pode usar em seus espaços para torná-los mais saudáveis e você mais feliz:

INSPIRE-SE!

A casa é um ser vivo e como todos necessita respirar. Abra as janelas da casa e inspire um ar novo. A renovação do ar é fundamental para que ele esteja em ótimas condições e certamente você se sentirá melhor com novos ares. Um momento particularmente interessante de abrir as janelas da casa ou do escritório é logo de manhãzinha, antes da poluição dos carros começar a aumentar. Outro momento é logo depois das chuvas, pois o ar está mais limpo e mais carregado de partículas boas, os chamados íons negativos.

ILUMINE-SE!

Todos nós precisamos de luz. Luz física e espiritual. E porque a casa seria diferente? Ela não é e também precisa da luz do sol. Se não tem jeito, coloque lâmpadas quentes, eu sei que elas podem ser menos ecológicas dependendo do ponto de vista. Mas procure fazer um equilíbrio entre lâmpadas quentes e frias de modo que seu bolso e a natureza continuem economizando, mas que você receba luz de qualidade em sua casa ou escritório.

ALEGRE-SE!

Não é maravilhoso nos vestirmos bem, irmos a um show e nos divertirmos bastante? Pois é, você já sabe, a casa também gosta! Vista-a com flores, muitas flores, e uma decoração diferente aqui outra ali. Coloque música para as paredes e os móveis. Está sozinho? Não tem problema. Pode ser que você se ache um pouco louco fazendo isso, mas de louco todos temos um pouco, então melhor ser doidinho feliz que triste. Dê uma festa em casa. Muitas pessoas que possuem apartamentos pequenos têm vergonha de dar uma festa. As pessoas não vão à festa por causa da sua casa, elas vão lá por sua causa. E a casa agradece!

DESCANSE!

Hora de relaxar, descansar e dormir um pouco. Isso é muito importante para todos nós e é claro que a casa também quer relaxar e ter suas energias renovadas!

Mas como ela vai fazer isso se você deixa todos os equipamentos eletrônicos ligados na tomada, celular debaixo do travesseiro para se despertar ou para receber ligações noturnas, modem wireless ligado conectando você à internet até na hora dos sonhos?

A poluição eletromagnética é a grande síndrome do século XXI, e para nos proteger dela devemos usar a casa como aliado e escudo, e não como campo de batalha.

Além disso, não se esqueça de fechar o blackout da janela e fechar as portas para diminuir os barulhos. Você e a casa ficarão muito mais felizes dormindo em quantidade e com qualidade.

E o melhor fica para o fim. Lembre-se que você mexe na casa e ela mexe em você. Você cuida da casa como se fosse você e ela irá auxiliá-lo nos seus dias difíceis. E sabiamente entendendo que dias difíceis e alegres são ambos importantes para a plenitude, você terá transformado sua casa em uma das melhores aliadas em seu caminho em busca da felicidade.

Texto de ALLAN LOPES- Geobiólogo, autor do projeto Geosounds - Melodias para a Terra, fundador e presidente do Instituto Brasileiro de Geobiologia (IBG).