Dia Internacional da Mulher
História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Penso que este dia é para que as pessoas tomem consciência da mudança da atuação das mulheres e de quanto ainda é necessário mudar, não apenas mais uma data comercial - como vem se tornando - com flores e bombons para as mulheres.
Lya Luft em entrevista à Marilia Gabriela salientou o quanto ainda somos infantis, mesmo passando a adolescência do feminismo exacerbado e rebelde, ainda continuamos dengosas vestindo cor-de-rosa numa postura submissa.

4 comentários:
é? cor de rosa é submissão?achei que era cor de rosa.
Terrível,
Sempre que olhamos para trás, e vemos fatos como esses assim, devería-mos pensar: Como vão nos olhar lá na frente?
Bjs.
cor de rosa não é submissão, é uma cor linda e que eu adoro (como vc sabe muito bem), porém como disse na Lya Luft na entrevista, ver mil mulheres de rosa no auditório onde foi dar uma palestra foi estranho, pode passar a idéia de fragilidade.
pra mim o rosa é doçura, delicadeza, o que não combina com o que se comemora no Dia Internacional das Mulheres.
este dia é uma reivindicação por direitos a que todo ser humano tem.
Na Itália a comemoração é quase restrita aos restaurantes e pizzarias, entupidos por grupos de mulheres. Os maridos e namorados ficam em casa, após terem presenteado com mimosas (http://www.profumoterapia.it/aromaterapia/prodotto.asp?pid=91&lang=it)
Que era a flor em volta daquela fábrica em 1857.
Tudo sem problemas, desde que o horário de voltar pra casa tenha sido combinado.
Curioso pensar em como as mulheres italianas aceitam as imposições machistas com tanta naturalidade.
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