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26.2.09

a semana que passou...

Carnaval, dias tranquilos na cidade e foi possivel passear com calma mesmo no meio de obras, pois São Paulo não pára, pleno carnaval os trabalhadores arrumavam a calçada na avenida Paulista em frente ao shopping.
Lugar que me dá muito prazer de dar umas voltas é numa livraria, qualquer uma, porém se for na Livraria Cultura do Conjunto Nacional é um prazer e tanto, dei uma passada por lá na segunda de carnaval, passei algumas horas deliciosamente agradáveis sentada lendo um pouquinho de cada coisa, isso nunca tem fim... ainda bem!
E como somos um país tropical e estamos em pleno verão as chuvas sempre aparecem, tempestades, trovões, raios, muito barulho, luzes, ventania, é muita agitação e isso me atrai, sou fascinada por fenomenos da natureza...
...e da janela do apartamento acompanho a tempestade com toda sua fúria e beleza...
...e no dia seguinte o céu amanhece azul, é assim essa alegria tropical numa explosão de cores e brilhos...
O cacho de rosas cor-de-rosa é de uma grande roseira que enfeita um jardim do condomínio onde mora meu irmão, fui visita-lo aproveitando a tranqulidade da cidade no carnaval...
... e passei muitas vezes pela mais 'paulista das avenidas', os grandes edifícios atraem nosso olhar para cima, eu me encanto toda vez que passo por lá, beleza construida pelo homem...
Sentada num banco de jardim na frente do Edifíco Quinta Avenida fotografei esta cena, um casal de namorados - como tantos outros - porém esta foto, desta garota foi de propósito, uma história que dificilmente ( ou não?) acontece numa grande cidade: as quatro da tarde eu estava num ponto de onibus na avenida Angélica, a mais ou menos uns seis quilometros deste lugar da foto. Chegou uma garota bonita com um vestidinho vaporoso que me chamou atenção pela graciosidade e por ser diferente, com rendas e fitas. Peguei meu onibus e ela provavelmente pegou outro, fui para casa e depois de mais ou menos duas horas vou para a avenida Paulista para um encontro, enquanto aguardo a pessoa que ia encontrar, sentada no banco do jardim, olho para a rampa e vejo a garota com o namorado. Eis o motivo desta foto, contei a historinha que pode ser sem graça.
A duas palmeiras da nossa rua, imponentes e cheias de maritacas que gritam juntas nos finais de tarde. Eu as vejo em revoada quando chego em casa, lindas e tagarelas.
E em frente da saída do metrô (onde passo todos os dias) tem palmeiras e cipestres juntos, só mesmo num pais como o nosso, em pela cidade. Tenho a impressão que ninguém olha.

Um comentário:

Ypsilon Yvone disse...

Penso como vc. Parece que ninguem presta atenção nas árvores desta selva de pedras. Eu gosto de observá-las - Vejo quando estão secas ou florescendo e noto que apesar das toneladas de gás carbonico q recem diáriamente, continuam lá, firmes e fortes...Me dá muita pena tão grande quando olho para o chão e vejo a maioria delas quase cobertas pelo asfalto em seus pés...Elas são vitoriosas!
E os passáros; são tantos que nem dá para acreditar. Fico intrigada pensando pq eles não voam para bem longe daqui.